quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cão guia , sinônimo de fidelidade no caminho dos deficientes visuais



Um registro em madeira, realizado na Idade Média, ilustra um homem cego, conduzido por um cão em uma coleira, provando que relação entre cães e seres humanos portadores de deficiência visual é muito sincera, e antiga. Os cães-guias foram relatados em alguns versos populares datados do século 16 e mencionados em livros sobre educação para cegos no século 19.

A adoção do cão guia começou a ser feita, de forma mais representativa, na época da Primeira Grande Guerra, momento este em que muitos soldados acabaram cegos. O médico alemão, Dr. Stalling, foi o precursor dessa ideia. Tempos depois, em 1916, a primeira escola de cães-guia do mundo foi fundada na Alemanha. Tal iniciativa foi logo seguida pela Grã-Bretanha e Estados Unidos. No Brasil, o cão-guia surgiu algumas décadas depois.

Os cães-guias fornecem mais segurança e agilidade aos deficientes visuais. Além de melhorar a qualidade de vida, eles facilitam o acesso destas pessoas ao mercado de trabalho, proporcionando mais independência, promovendo a autoestima.

Uma das maiores vantagens do cão-guia em relação à bengala é a possibilidade de desviar de objetos acima do chão.Eles conduzem seu parceiro muitas horas por dia, inclusive parando em meios-fios antes de atravessarem ruas, evitam os declives, buracos ou mesmo galhos de árvores, desviam de obstáculos - mesmo os aéreos, como orelhões - atravessam ruas, memorizam trajetos usuais. São capazes de levar os donos, por exemplo, até a porta do trabalho e, dentro do prédio, localizar o elevador, o banheiro e o bebedouro.

Reconhecem um lugar novo em poucos dias, facilitando a adaptação e evitando que o deficiente dependa da ajuda de terceiros. Para não atrapalhar sua concentração, ninguém deve alimentar ou brincar com o animal durante o seu percurso, nem pegar no braço do dono: quando isso acontece, o cão entende que há outro guia e deixa de exercer a função.

O dia 27 de abril é considerado o Dia internacional do Cão Guia , porém no Brasil é difícil encontrar com pessoas com deficiência visual utilizando um cão-guia. São poucos os privilegiados que podem desfrutar desse recurso de mobilidade. O deficiente visual que pensa em trocar a bengala por um cão-guia tem duas alternativas : aguardar pacientemente na fila de espera de uma ONG brasileira ou cadastrar-se em entidades treinadoras no exterior.

As raças mais utilizadas para cão-guia são os golden retrievers, labradores e pastores alemães, sendo que as duas primeiras são reconhecidas como excelentes cães-guias, devido a sua inteligência, ética, rápido amadurecimento e capacidade de se adaptar a diferentes situações. Além de saúde perfeita, o animal tem que ser isento de agressividade. Para que trabalhe corretamente, o animal precisa seguir a rotina rígida, receber alimentos nos horários corretos, além de fazer visitas frequentes ao veterinário .

O treinamento para que o deficiente visual comece a utilizar este recurso pode ser realizado no lar, num centro residencial de reabilitação ou numa combinação de ambos.O animal precisa realizar um reforço do aprendizado três vezes no primeiro ano. Anualmente, do segundo ano em diante e revertendo para 4 vezes por mês quando o cão estiver se aproximando da aposentadoria.

O direito de ir e vir é garantido pela Constituição brasileira, inclusive para aquelas pessoas com algum tipo de limitação. Esses animais, que são especiais, também têm o direito de ir e vir. E garantido por uma lei federal, a de nº 11.126, assinada em 2005. Tanto os cães que já estão trabalhando, quanto os que estão sendo socializados precisam apresentar alguns documentos, caso seja requisitado, para ter o acesso liberado.

Apesar da lei, o deficiente visual e seu companheiro ainda enfrentam obstáculos. A lei diz que a pessoa que tentar dificultar o acesso do cão-guia está sujeita a aplicação de penalidade. No caso de taxistas que se recusem a prestar serviço, deve-se acionar o DTP (Departamento de Transporte Público) e registrar a denúncia. A multa para quem descumprir a lei pode variar de R$ 1 mil a R$ 50 mil. Se for um estabelecimento, a pena pode ser o fechamento.

Pessoas cegas enfrentam outra situação muito difícil , o envelhecimento do animal e necessidade de aposentá-lo. Normalmente, um cão-guia trabalha entre oito e dez anos. O dia 26 de agosto será especial para o brasiliense Leonardo Moreno, 32, e o pernambucano Arthur Calazans, 46. Os dois são deficientes visuais e estarão na Associação dos Delegados da Polícia Federal, em Brasília, para uma cerimônia onde receberão seus novos cães-guia. Desta vez, tratam-se de dois jovens cães-guia que irão substituir os Labradores Cirus e Jasmin, que cumpriram com dedicação cerca de 9 anos junto a Leonardo e Arthur.

Os dois cães a serem entregues também são da raça Labrador, e passaram por todo o preparo de praxe de cães-guia do Projeto Cão-Guia de Cegos do Distrito Federal. Eles viveram com famílias hospedeiras voluntárias por cerca de um ano, até atingirem a idade para o treinamento técnico. Essa etapa acontece por meio de uma parceria com profissionais do Corpo de Bombeiros .

Segundo Maria Lúcia de Campos, o Projeto Cão-Guia de Cegos do Distrito Federal já entregou 47 cães-guia para deficientes visuais no DF e outros Estados desde 2002. Em média, ocorrem três entregas por ano e a ação de preparo envolve o esforço de muita gente. Atualmente, existem 8 cães em fase inicial de treinamento, 3 cães prontos e uma lista de espera de 300 pessoas aguardando um cão-guia.

Na cidade de Sapporo, no Japão, foi criado em 1978 por uma associação que cuida dos cães-guias, um asilo para cuidar dos cães que se aposentam, mais de 200 animais viveram seus últimos anos de vida no local.

No Brasil a primeira dificuldade é encontrar outro cão treinado para entregar a um deficiente visual. Saber qual é o destino deles, depois de aposentados é uma grande desafio. Eles merecem ser tratados sempre com muito respeito e carinho, jamais poderão se sentirem abandonados depois de ter dedicado toda sua vida a esta nobre missão.


Autoria : Vininha F. Carvalho

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Dicas para viajar com os animais nas férias


Para as pessoas que possuem animais de estimação, as férias representam um momento de indecisão. Posso levá-lo? Ele ficará bem sem a minha companhia, em casa? Ou talvez fosse melhor deixá-lo em um hotel para animais, ou com um cuidador profissional? Tanto para quem pretende mantê-los em casa durante este período, quanto para aqueles que desejam levá-los, um veterinário especialista em comportamento animal pode ajudá-lo nessa hora.

Uma opção é ter alguém que possa ficar em sua casa, de confiança e, que possa tratá-lo com carinho e dedicação. A rotina é mantida e o animal permanecerá no local em que se sente mais seguro. Contudo, nem sempre isto é viável. Por outro lado, um animal sociável pode ter nos hotéis para pets uma alternativa interessante, pois oferece a vantagem de poder interagir com outros animais. Entre as duas opções, estão o pet siter ou pet walker, que pode visitar sua casa e passear com o cão durante o período em que você estiver fora, preferencialmente duas vezes ao dia. Atualmente, no Brasil e no exterior, a maioria dos hotéis permite a presença de animais, isto facilita na definição do roteiro.

Pela liberdade e praticidade, o carro costuma ser o meio de transporte mais recomendado para levar os animais nas viagens. É importante ele esteja acostumado a andar de carro. Caso contrário, é necessário prepará-lo para a viagem semanas antes. Voltas curtas ajudam o animal a se sentir mais familiarizado com a experiência. 

Para evitar que ele fique muito agitado, o animal antes da viagem pode ser estimulado a ficarem cansados, principalmente os hiperativos. Dar um passeio de coleira pela vizinhança poderá ajudá-lo a gastar mais energia. Dessa maneira ele ficará mais calmo durante a viagem, quem sabe até dormirá. É imprescindível, também, saber se o animal está bem para poder encarar algumas horas de estrada. Além disso, ele deve estar com as vacinas em dia, em especial a antirrábica.

Alguns animais sentem enjoos com o balanço do carro e, para evitar que isso aconteça, é recomendável em viagens de até 12 horas, ele não deve ser alimentado nas três horas que antecedem a partida, nem durante o trajeto. E ainda, que o animal esteja acostumado com a estrada e não sofra de náuseas e vômitos, a recomendação é oferecer uma quantidade menor do que o habitual de alimento, antes da viagem, até para não estimular a defecação. 

Em trajetos muito longos é importante parar para descanso, oferecer água e dar uma volta com o animal. Mas é preciso tomar cuidado com a quantidade de água oferecida, pois o excesso pode causar indisposição.

O horário deve ser definido de acordo o clima, que precisa ser ameno e com pouco trânsito para evitar que ocorra o estresse. As paradas devem ser obrigatórias para que possam atender as necessidades fisiológicas. Jamais o deixe sozinho dentro do carro, principalmente em dias quentes, isto pode ser fatal. 

A temperatura dentro do carro precisa ser agradável, de forma que o animal não receba luz direta do sol e conte com boa ventilação. Ar condicionado é bem-vindo, desde que esteja numa temperatura ambiente.

Os animais não podem viajar soltos dentro do carro e, sim, acomodados numa caixa de transporte apropriada, grande o bastante para que o animal possa permanecer de pé, e que consiga dar uma volta em torno de si mesmo. 

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro não tem nenhuma especificação sobre o cinto, porém para garantir a segurança de todos no carro, é recomendável tomar alguns cuidados para eles serem mais bem acomodados. No mercado já existem caixas transportadoras próprias para todos os tipos de animais.

Para o transporte aéreo, existem diversas restrições de acordo com cada companhia. Não é recomendado transportar, por exemplo, fêmeas prenhes, animais idosos e/ou portadores de doenças cardiorrespiratórias ou neurológicas. Cães braquicéfalos, ou de “focinho curto”, como boxers, pequinês, buldogues e pugs costumam ser proibidos de viajar em aviões.

Antes de viajar, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira dele. Também vale a pena adicionar o nome e endereço de onde vai estar.


Autoria: Por Vininha F. Carvalho

quarta-feira, 1 de junho de 2016

A qualidade de vida de um animal começa pela boca



Cada vez mais os animais são considerados como membros da família . E, para agradar, muitos tutores acabam oferecendo alimentos da sua dieta, sem saber que alguns deles podem causar aumento da frequência cardíaca e respiratória, tremores, incontinência urinária,vômito, diarreia , convulsão e ate levar a morte. Muitos componentes consumidos pelos seres humanos que podem ser maléficos aos animais de estimação, tais como cebola, gordura, frutas ácidas, doces, batata crua ou cozida, espinafre, chocolates e demais guloseimas.

Os animais não possuem a necessidade de experimentar novos paladares. A ração balanceada e adequada ao porte do animal oferece vitaminas, minerais, lipídios, carboidratos e proteínas, especificas para cada faixa etária e espécie. Na hora de escolher a ração é necessário, também,  levar em conta a individualidade de cada raça, visando prevenir problemas de saúde. O Schnauzer, por exemplo, são predispostos a desenvolver cálculos renais e, o alimento consumido precisara auxiliar na prevenção disto.

A ração deve ser armazenada bem fechada em local seco e deve ser servida na quantidade indicada. O balanço nutricional específico para cada fase da vida do animal mantem o apetite, o peso corporal e a massa muscular, estimulando as defesas naturais. Nunca se deve brincar ou levar para passear logo após a refeição, principalmente os cães de porte grande , para evitar a torção gástrica. A ração umedecida nunca deve ser deixada á disposição por mais de uma hora. Na geladeira poderá ser mantida por 24 horas.



Uma boa opção é oferecer sempre petiscos naturais , como : manga, banana, melão, cenoura, couve cozida, abóbora cozida e cortada em quadradinhos, brócolis cozido, beterraba cozida, etc....Os legumes e frutas nas quantidades certas oferecem ação anti-inflamatórias e antioxidante. A semente da maça é proibida , tem efeito nocivo a saúde do animal, provoca intoxicação. 

Os cães tem um paladar muito seletivo , eles distinguem e selecionam sabores diferentes em pequenas porções de alimentos.Os gatos necessitam de alimentos que possuem entre 70% a 80% de umidade, ou seja, eles precisam de 50 ml por quilo de água por dia para serem saudáveis.

Um cão pode comer excessivamente quanto é vitima de uma doença hormonal ou por problemas comportamentais, como : ansiedade, estresse, ócio ou por hábitos desenvolvidos pelo convívio com os tutores.


 - Dicas saudáveis para fortalecer  a dieta :

Peixes  : bacalhau, dê preferência ao fresco. O salgado possui excesso de sódio, o que pode fazer mal ao cão . Rica em ômega 3 , a sardinha, quando ingerida atua no controle e prevenção de alergias, inflamações e doenças, inclusive o câncer.O ideal é cozinha-la , pois cru, este peixe possui uma enzima que degrada algumas de suas vitaminas.A sardinha é fonte de vitamina A, ferro, potássio e magnésio . Lembrando, também, que deve-se tomar muito cuidado com espinhos que podem causar uma perfuração nos órgãos internos quando ingeridos.

 - Batata doce: é um ótimo ingrediente  para a dieta dos cães, pois é super nutritiva, possuindo fibras, vitamina B 6 ,potássio, vitamina A, vitamina C e manganês.

- Carne:  é um ingrediente valioso e, auxilia no bom funcionamento de todos os sistemas do organismo . Cães e gatos são seres carnívoros e devem ter sua natureza respeitada, por isso estes alimentos devem fazer parte da dieta regular dos pets servindo de fonte primária de proteína, lembrando de atentar-se ao teor de gordura, minerais e entre outros nutrientes. Ressalto, que as carnes ( frango e bovina ), ovos, leite de vaca, cereais como milho, soja e trigo, corantes e conservantes da ração podem provocar alergias em animais sensíveis aos componentes.

Iogurte – natural  : Rica fonte de cálcio e vitaminas do complexo B, ajuda a prevenir infecções e estimula a imunidade. Importante ser usado com moderação e diariamente .

Óleo de côco – uma das melhores gorduras a serem usadas na alimentação dos animais. Auxilia no combate a micro organismos (fungos, bactérias e vírus).Possui efeito antisséptico. Poupa o sistema digestivo, sendo bastante indicado para animais com problemas hepáticos , pancreatites, colites . Ajuda na eliminação de bolas de pelos nos gatos. Grandes benefícios para pele e pelos. consulte um medico veterinário para saber como fazer essa oferta e se seu pet pode receber.

- Azeite extra-virgem – antioxidante que ajuda o sistema imunológico no combate a infecções, retarda o envelhecimento precoce, é um ótimo alimento para o cérebro, circulação e respiração. Oferecer uma colher de sopa (cão de porte grande) ao dia, em jejum. Os menores devem consumir menos.

- Alcachofra: indicada para manter o equilíbrio das funções diuréticas e do colesterol . Pode ser servida em forma de pó misturado ao alimento .

- Especiarias e temperos – muitas são as especiarias e temperos existentes. Eles apresentam benefícios dos mais diversos além de acrescentar sabor e aroma ao alimento . O alho é indicado para combater a bactéria Helicobacter, presente no estomago da maioria dos cães, além de ser fungicida, antiparasitário, antiviral, estimula a produção de glóbulos brancos, ajuda a combater a glicose, o colesterol e os triglicerídeos. É permitido dar até meio dente de alho para cada 10 quilos do cão. Os cães da raça Akita não podem consumir alho em hipótese alguma, causa uma grave intoxicação.


 Autoria : Vininha F. Carvalho



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Aprendendo com as atitudes dos animais !


Daniel Godri, um grande palestrante que eu admiro muito fala sobre motivação, justamente comparando a atitude do gato e do cachorro . 

- Ele alega que o gato é muito mais inteligente que o cachorro.

- Só que é preguiçoso.

- Ele leva um tempão para acordar, se espreguiça, é lento. Sabe de tudo o que está se passando, mas não participa.

- Tenho que admitir que é a mais pura verdade.

- Ele é um ser independente, só que até demais.

- Se o dono sai o dia todo, quando chega tem que procurar pelo gato.

- Ele não vibra com a chegada do dono, tem uma atitude introspectiva.

- Ele não defende a casa em que mora, é esperto, mas foge quando percebe o perigo. Não enfrenta.

- Não concordo que o gato só pensa nele, acredito que demonstra amor de uma forma mais sutil e é mal interpretado. É como uma timidez, então cria um clima para conseguir comida e carinho, sem pedir, ele acaba conseguindo o que quer.

- Já o cachorro é o primeiro a te receber e ama o dono incondicionalmente, vibra quando ele chega, defende, dá a própria vida.

- Ele nunca cansa, sua motivação é extraordinária.

- Mesmo amarrado, ele não perde o pique.

- O cachorro recebe bem não importa como a pessoa esteja.

- Bem ou mal vestida, independentemente do humor.

- E ele conhece seu dono de longe. O gato guarda rancor, o cachorro não.

- E tem uma capacidade fantástica de perdoar.

- Por mais que o dono expulse e brigue com o cachorro ele sempre encontra um jeito de conquistar o dono novamente.

- Além disso, se for bem treinado, o cão aprende rapidamente e se orgulha quando faz a coisa certa.

- O Brasil está cheio de funcionário gato.

- Pessoas inteligentes, mas que não vibram, não participam, não têm iniciativa.

- Precisamos de pessoas com a vitalidade e o otimismo do cachorro.

- Funcionários que acreditem e defendam a empresa até o fim, que realmente se importem, que perdoem algumas atitudes ou palavras impensadas e sempre busquem reconquistar e encantar cada cliente.

- O gato é um animal maravilhoso, mas o seu comportamento não é o ideal para um funcionário eficiente.

- Uma empresa não pode admitir pessoas que chegam atrasadas, cada dia em um horário, lentas e sonolentas, preocupadas somente com elas mesmas.

- O funcionário cachorro é aquele que defende a sua empresa a qualquer custo, mesmo que alguém fale mal dela.

- Ele vai procurar resolver o problema do seu cliente, vai lutar para reverter qualquer situação negativa e zelar pela imagem da empresa. E ele conhece bem cada um de seus clientes.

- Quando alguém fala mal da empresa, o funcionário gato começa a se coçar, balança a cabeça para a frente, concorda, e até diz que ouviu falar de outros casos.

- Quem quer um funcionário assim?

- Nenhuma empresa é perfeita e nenhuma está livre de cometer erros, mas se os seus funcionários tiverem uma atitude positiva e comprometimento, tal qual o cachorro, a solução dos problemas surpreenderá e fidelizará o cliente para sempre.

- Se o funcionário (ou você) tiver a inteligência do gato e a motivação do cachorro, ninguém segura.

Justamente comparando a atitude do gato e do cachorro 

- Ele alega que o gato é muito mais inteligente que o cachorro.

- Só que é preguiçoso.

- Ele leva um tempão para acordar, se espreguiça, é lento. Sabe de tudo o que está se passando, mas não participa.

- Tenho que admitir que é a mais pura verdade.

- Ele é um ser independente, só que até demais.

- Se o dono sai o dia todo, quando chega tem que procurar pelo gato.

- Ele não vibra com a chegada do dono, tem uma atitude introspectiva.

- Ele não defende a casa em que mora, é esperto, mas foge quando percebe o perigo. Não enfrenta.

- Não concordo que o gato só pensa nele, acredito que demonstra amor de uma forma mais sutil e é mal interpretado. É como uma timidez, então cria um clima para conseguir comida e carinho, sem pedir, ele acaba conseguindo o que quer.

- Já o cachorro é o primeiro a te receber e ama o dono incondicionalmente, vibra quando ele chega, defende, dá a própria vida.

- Ele nunca cansa, sua motivação é extraordinária.

- Mesmo amarrado, ele não perde o pique.

- O cachorro recebe bem não importa como a pessoa esteja.

- Bem ou mal vestida, independentemente do humor.

- E ele conhece seu dono de longe. O gato guarda rancor, o cachorro não.

- E tem uma capacidade fantástica de perdoar.

- Por mais que o dono expulse e brigue com o cachorro ele sempre encontra um jeito de conquistar o dono novamente.

- Além disso, se for bem treinado, o cão aprende rapidamente e se orgulha quando faz a coisa certa.

- O Brasil está cheio de funcionário gato.

- Pessoas inteligentes, mas que não vibram, não participam, não têm iniciativa.

- Precisamos de pessoas com a vitalidade e o otimismo do cachorro.

- Funcionários que acreditem e defendam a empresa até o fim, que realmente se importem, que perdoem algumas atitudes ou palavras impensadas e sempre busquem reconquistar e encantar cada cliente.

- O gato é um animal maravilhoso, mas o seu comportamento não é o ideal para um funcionário eficiente.

- Uma empresa não pode admitir pessoas que chegam atrasadas, cada dia em um horário, lentas e sonolentas, preocupadas somente com elas mesmas.

- O funcionário cachorro é aquele que defende a sua empresa a qualquer custo, mesmo que alguém fale mal dela.

- Ele vai procurar resolver o problema do seu cliente, vai lutar para reverter qualquer situação negativa e zelar pela imagem da empresa. E ele conhece bem cada um de seus clientes.

- Quando alguém fala mal da empresa, o funcionário gato começa a se coçar, balança a cabeça para a frente, concorda, e até diz que ouviu falar de outros casos.

- Quem quer um funcionário assim?

- Nenhuma empresa é perfeita e nenhuma está livre de cometer erros, mas se os seus funcionários tiverem uma atitude positiva e comprometimento, tal qual o cachorro, a solução dos problemas surpreenderá e fidelizará o cliente para sempre.

- Se o funcionário (ou você) tiver a inteligência do gato e a motivação do cachorro, ninguém segura.