terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Salvar a vida de um animal é uma nobre missão

Quem tem um animal de estimação reconhece que esta relação é  um exemplo perfeito de lealdade, amor e amizade. 

È um amor incondicional, que proporciona muita alegria e, faz com que ao lado deles esqueçamos os problemas do dia-a-dia. 

Eles nos ensinam que através do amor verdadeiro, outros bons sentimentos nos envolvem, deixando a nossa vida muito mais equilibrada..

Aproveitar cada minuto ao lado do seu animal é muito importante, mesmo porque a vida dele é não é muito longa, dependendo da raça poderá atingir no máximo 12 anos. 


Os cuidados para garantir a longevidade iniciam no tratamento adequado dispensado ao filhote, sendo necessário oferecer sempre um ambiente saudável , para que ele possa crescer e envelhecer cercado de muito carinho e respeito.

Infelizmente, eles também adoecem. Neste momento muito difícil , é preciso saber tomar a atitude correta, ou seja, buscar o atendimento veterinário. 


È cada vez mais constante o investimento nas clinicas veterinárias para salvar vidas. Muitas doenças em cães e gatos dependem de cirurgias para seu tratamento. 

Algumas são cirurgias eletivas, que são agendadas com antecedência, outras com caráter de urgência, para o tratamento de doenças com evolução rápida e implacável : traumas, infecção uterina e cesariana

Muitos proprietários se vêem diante de um dilema ao saber que seu animal precisa ser anestesiado. Esse medo tem fundamento, pois o procedimento anestésico apresenta riscos a qualquer paciente. 


Mas a anestesia , que é a total ausência de dor durante uma cirurgia, precisa  ser  encarada como uma grande aliada na busca para salvar a vida do animal . 

Ela pode ser geral ou local (também chamada de regional), e existem diversos tipos de anestésicos. Na anestesia regional, o animal receberá uma injeção que proporcionará ausência de dor na região da aplicação; já na anestesia geral o anestésico é administrado pela veia (anestesia intravenosa) ou através da respiração (anestesia inalatória), o que proporcionará além da ausência da dor, a inconsciência total.

As clinicas veterinárias modernas oferecem uma equipe multidisciplinar, incluindo cirurgiões, anestesistas e clínicos especialistas, além de intensivistas responsáveis pela unidade semi e intensiva, que diminuem muito a incidência de problemas . 


Com instrumental, técnicas, conhecimentos e medicamentos modernos, o anestesista reduz ao máximo o risco de acidente anestésico.

O profissional irá optar na escolha da técnica anestésica  de acordo com o tempo e o tipo de cirurgia, condições físicas do animal e avaliação dos exames pré-operatórios. O anestesista, além do conhecimento e da especialização médica, empregará toda a sua perícia e experiência clínica para o sucesso completo do tratamento.

É fundamental seguir todas as instruções que o veterinário passar, como, por exemplo, jejum (não dar comida ou bebida); informar corretamente quais os remédios o animal toma ou tomou regularmente; informando também se ele já foi submetido a algum tipo de anestesia antes.

Dependendo do muito do tipo de cirurgia, do tipo de anestesia e das condições físicas do animal,  podem ocorrer algumas intercorrências, tais como: um despertar agitado, alteração na pressão, vômitos. Este é mais um motivo pelo qual se faz necessária a presença de um anestesista, que com seu conhecimento e experiência saberá como agir rapidamente para reverter o quadro.

A anestesia dura o tempo necessário para que o cirurgião realize os procedimentos necessários. Além disso, seu efeito pode continuar depois da operação para que o paciente não sinta as dores do pós-operatório.

Quando termina a cirurgia, o anestesista suspende os anestésicos e inicia-se o processo da recuperação da anestesia. Isto pode demorar alguns minutos ou algumas horas, dependendo da duração e do tipo da anestesia aplicada e das condições do paciente.

Durante este tempo de recuperação, o animal estará sob os cuidados de uma equipe qualificada para evitar complicações e problemas pós-anestésicos. 


Somente quando o  paciente estiver completamente desperto ou recuperado é que o anestesista dará autorização para que seu animal seja liberado.

Atualmente existem mais de 110 mil veterinários ativos no Brasil, de acordo com as informações do Conselho Federal de Medicina Veterinária – CFMV. A mesma fonte revela a existência de 193 faculdades da profissão. 


Logo, existem muitas pessoas dispostas a adquirir conhecimento para salvar a vida dos animais enfermos e proporcionar muita alegria aos seus tutores.  
 

Autoria: Vininha F. Carvalho 

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